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O que é Transplante Capilar

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O que é transplante capilar?

É um procedimento cirúrgico no qual os folículos capilares de uma área doadora (mais densa e cheia de cabelos) são transferidos para uma área receptora (menos densa que a área doadora).

A maioria das cirurgias é feita para melhorar o aspecto da calvície tradicional, causada pela alopecia androgenética. A principal área doadora fica na parte de trás da cabeça, onde os fios são menos sensíveis aos hormônios que causam essa forma de alopecia. Os folículos transplantados continuam resistentes após a cirurgia, mesmo se os fios nativos da área receptora forem perdidos com o avanço da calvície.

O transplante também pode ser feito para recuperar falhas em outras áreas, como a barba ou as sobrancelhas, e é possível utilizar fios de partes diferentes do corpo (transplante de fios das costas para o couro cabeludo, por exemplo)

Existe diferença entre transplante e implante capilar?

No Brasil é comum usarmos os dois termos como sinônimos, mas o tecnicamente correto seria transplante capilar. Na medicina a palavra implante costuma se referir a peças artificiais que são inseridas no corpo. Como os folículos são partes naturais do nosso corpo, o certo é dizer que eles são transplantados (assim como um coração ou um rim, por exemplo).

Mas na prática, não importa se uma clínica divulga a cirurgia com o nome de transplante e outra com o nome de implante capilar: se as duas lidam com folículos capilares naturais, os nomes querem dizer a mesma coisa.

(Curiosidade: existem técnicas de implante de cabelo artificial, mas elas são consideradas inferiores aos transplantes em termos de resultados, chance de rejeição, etc, e por isso não são muito populares.)

É possível transplantar cabelo de uma pessoa para outra?

Atualmente não. Em teoria o procedimento é possível, mas teria as mesmas dificuldades que o transplante de qualquer outro órgão, como o risco de incompatibilidade entre doador e receptor.

Quem recebe um órgão transplantado precisa tomar medicamentos imunossupressores por toda a vida para que o corpo não ataque a parte nova. Os remédios podem causar efeitos colaterais consideráveis e deixam o organismo mais vulnerável a ameaças externas.

São desvantagens sérias, que podem ser superadas quando estamos falando de um órgão vital, mas não de uma cirurgia estética. Portanto um transplante de cabelos de outro doador é considerado inviável hoje.

Em quais casos o transplante é recomendado? Como saber se eu posso fazer ou não?

Só o seu médico vai poder fazer uma avaliação precisa, mas de modo geral os melhores candidatos a fazer o transplante são:

- Pessoas com alopecia androgenética escala Norwood 3 ou maior, ou que tenham começado a manifestar a queda de cabelo há pelo menos cinco anos;

- Pessoas com quadros de calvície já estabilizada, que tiveram queda de cabelo ao longo de muitos anos;

- Quem está recorrendo à cirurgia depois de já ter testado outros tratamentos para a alopecia androgenética (como a finasterida e o minoxidil);

- Pessoas com perda permanente dos fios não relacionada a causas hormonais (acidentes, cirurgias, queimaduras, traumas, etc);

- Pessoas que têm a linha anterior de implantação dos cabelos (área onde o cabelo começa a surgir na testa) muito alta, seja de nascença (sem quadro de queda de cabelos associado) ou devido a procedimentos cirúrgicos (como lifting facial ou de sobrancelhas);

- Alguns casos de alopecia cicatricial, desde que estejam inativos e estáveis há pelo menos um ano;
Alguns casos de tricotilomania, desde que estejam inativos e estáveis há pelo menos um ano.
Outros requisitos importantes para a segurança e a satisfação com o procedimento são:

- Ter boa densidade de fios na área doadora;
- Ter boa condição de saúde (atendendo aos critérios da avaliação pré-cirúrgica);
- Ter expectativas realistas sobre os resultados do procedimento;
- Escolher um profissional bem qualificado para realizar a cirurgia;
- Seguir à risca os cuidados recomendados para o período pós cirúrgico.

Existe uma idade mínima para fazer a cirurgia?

Tecnicamente não, mas vários especialistas preferem esperar até que o candidato tenha pelo menos 25 anos de idade. Muita gente pensa que o transplante é melhor para as pessoas jovens, porque os resultados são melhores nos casos mais leves de calvície, mas isso não é verdade. É importante avaliar como a sua calvície irá progredir ao longo da vida e se os fios transplantados vão parecer naturais no futuro.

O transplante capilar feminino é diferente do masculino?

O procedimento é o mesmo, mas nem sempre a cirurgia é uma opção interessante para as mulheres.

A calvície feminina costuma ser mais difusa e distribuída por todo o couro cabeludo, e às vezes atinge também a parte de trás da cabeça. Nesses casos não é possível esperar da área doadora a mesma estabilidade e resistência que se observa na calvície masculina, e os fios transplantados podem acabar sendo perdidos com o tempo

O implante capilar feminino continua sendo uma ótima opção em casos de:

- Alopecia por tração (pinçamento excessivo de sobrancelhas ou uso de penteados muito apertados, como tranças rentes ao couro cabeludo ou coques de bailarina, por exemplo), queimaduras ou outros traumas;

- Plásticas ou outras cirurgias que causaram perda dos fios na área próxima às cicatrizes;

- Calvície em padrão similar ao masculino (em áreas mais localizadas e com preservação dos fios na parte de trás da cabeça, onde fica a área doadora);

- Redução da área da testa (em quem tem a linha de nascimento dos cabelos naturalmente muito alta);

- Alguns quadros estáveis de alopecia cicatricial e tricotilomania.

Quais os procedimentos e cuidados antes da cirurgia?

O primeiro passo é a avaliação que o médico vai fazer do seu caso. Ele deve analisar a causa e a extensão da perda de cabelos, a qualidade da área doadora e determinar se o transplante é a solução ideal para você. Ele também vai conversar sobre as suas expectativas, discutir o que é possível fazer, quais são os resultados que você pode esperar, etc.

Antes do transplante o médico deve solicitar alguns exames pré-cirúrgicos tradicionais (raio x de tórax, ecocardiograma, hemograma, provas de coagulação, entre outros), perguntar se você toma algum medicamento, se tem alguma doença crônica, etc.

Passadas essas duas etapas, a cirurgia pode ser agendada. As recomendações mais comuns de preparo para o transplante são:

- Deixar o cabelo o mais comprido possível para o dia da cirurgia (o médico vai aparar a área necessária, e o restante do cabelo vai ajudar a cobrir as cicatrizes na área doadora);

- Proteger o couro cabeludo para não estar com nenhuma queimadura de sol no dia do procedimento;

- Não tomar aspirina, ibuprofeno ou outros anti-inflamatórios, suplementos vitamínicos (principalmente do tipo B e E) e evitar fumo e bebidas alcoólicas uma semana antes do transplante, pois podem estimular o sangramento durante o transplante e prejudicar a cicatrização (na dúvida sobre qualquer medicamento, entre em contato com o seu médico);

- Lavar bem a cabeça com shampoo no dia da cirurgia e não utilizar produtos como gel, spray, mousse, cremes, perfumes e maquiagens (se você usa uma prótese capilar, ela também deve ser removida);

- Utilize roupas mais largas e que não precisem ser puxadas pela cabeça para retirar, para evitar atrito com os curativos após a cirurgia (uma camisa de botão é ideal);

- Se alimentar bem antes da cirurgia, de acordo com a orientação do médico (alguns pacientes podem sentir náusea se fizerem o transplante com o estômago vazio), mas evitar cafeína (pode estimular o sangramento);

- Não levar objetos de valor para a clínica no dia do transplante (o lugar pode não ter como acondicionar e garantir a segurança dos seus pertences);

- A sedação pode causar sonolência após o procedimento, portanto não é recomendado dirigir após a cirurgia (peça para um acompanhante te levar para casa ou pegue um táxi);

- Conversar com o médico sobre os produtos que você pode ter de usar depois da cirurgia (medicação para controle da dor ou evitar infecções, bolsa de gelo para reduzir o inchaço, etc), caso você queira comprá-los com antecedência para já ter tudo em casa quando voltar do transplante.

Que tipo de anestesia é utilizada?

A maioria dos procedimentos é feita com anestesia local e sedação leve (que é opcional, mas altamente recomendada devido à longa duração das sessões de transplante).

Fonte:queda

 

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